A aliança
“A aliança”
Edimburgo, dezembro de 1666. Na última noite, preso, um jovem pregador disse: "Se houvesse alguma coisa no mundo a deixar com tristeza e contra a vontade, seria a leitura das Escrituras." (Hugh Mackail, segundo Naphtali, 1667 · tradução literal nossa)
Quem foi
Hugh Mackail foi licenciado pregador pelo presbitério de Edimburgo no inverno de 1661, com uns 20 anos. Em setembro de 1662, no último sermão na grande igreja de St Giles, falou da Igreja perseguida "por um faraó no trono, um Hamã no Estado e um Judas na Igreja". Segundo Naphtali, "não fez aplicação", mas foi tido como culpado; escapou dos soldados e ficou quatro anos escondido.
Em novembro de 1666 juntou-se ao levante armado do sudoeste. Doente, deixou os companheiros em 27 de novembro, véspera da batalha de Rullion Green, e foi preso sem resistência, com "só uma espada pequena e comum".
Torturado por ordem do Conselho, foi condenado em 18 de dezembro e enforcado na Cruz de Edimburgo em 22 de dezembro de 1666, "no 26º ano da sua idade".
Os dois lados
O Pacto de 1638 jurava manter a fé reformada e também defender o rei. Depois de 1660, o governo restaurou os bispos; os pastores que recusaram perderam as paróquias e vieram as reuniões ao ar livre, as multas e os levantes.
O levante de 1666 foi armado, e Mackail esteve nele: Wodrow o chama de "não rebelião"; o advogado do rei, de "crime de rebelião". O relato da morte de Mackail é de Naphtali (1667), livro do seu próprio partido.
Em 3 de maio de 1679, pactuantes mataram o arcebispo James Sharp diante da filha. Robert Wodrow (1722) escreveu que "a parte muito maior e mais instruída dos presbiterianos" desaprovou. Em Edimburgo, diz a inscrição de 1706, foram executados "cerca de cem" de 1661 a 1688.
Linha do tempo
- 163828 de fevereiro: começa a assinatura do Pacto Nacional em Greyfriars, Edimburgo
- 1660Restauração de Carlos II
- 1661–1662Bispos restaurados; os pastores que recusam perdem as paróquias
- 1662Setembro: o sermão de Mackail em St Giles; ele se esconde
- 1666Novembro: levante armado de Pentland; 28/11, Rullion Green; 22/12, Mackail morre na Cruz de Edimburgo
- 16793 de maio: pactuantes matam o arcebispo James Sharp em Magus Muir
- 168817 de fevereiro: James Renwick, o último nome da lápide; em dezembro, Jaime VII foge
- 1690A Igreja da Escócia volta a ser presbiteriana
“…prometemos e juramos, pelo grande nome do Senhor nosso Deus, continuar na profissão e na obediência da religião acima dita… juramos que, até o limite do nosso poder, com os nossos bens e vidas, defenderemos o nosso temido soberano, a Majestade do Rei, a sua pessoa e autoridade…”
“…we promise and swear, by the GREAT NAME OF THE LORD OUR GOD, to continue in the profession and obedience of the foresaid religion… That we shall, to the uttermost of our power, with our means and lives, stand to the defence of our dread sovereign the King's Majesty, his person and authority…”
No julgamento, Mackail disse que "as últimas palavras do Pacto Nacional sempre tiveram grande peso no seu espírito" (Naphtali). Não se sabe se falava do fecho de 1638 ou do adendo de 1639.
“Adeus, pai e mãe, amigos e parentes; adeus, mundo e todos os prazeres; adeus, comida e bebida; adeus, sol, lua e estrelas. Bem-vindo, Deus e Pai; bem-vindo, doce Senhor Jesus, mediador da nova aliança; bem-vindo, bendito Espírito da graça e Deus de toda consolação; bem-vinda, glória; bem-vinda, vida eterna; bem-vinda, morte.”
“Farewel Father and Mother, Friends and Relations; Farewel the World and all Delights, Farewell meat and drink, Farewel Sun, Moon and Stars; Welcome God and Father, Welcome sweet Lord Jesus, the Mediator of the new Covenant, Welcome blessed Spirit of Grace and God of all consolation, Welcome Glory, Welcome Eternal Life, Welcome Death.”
Antes, cantou parte do Salmo 31. Morreu dizendo o v. 5: "Ó Senhor, em tuas mãos entrego o meu espírito, pois tu remiste a minha alma, Senhor Deus da verdade." "Covenant" é "aliança": a mesma palavra do Pacto.
Mito e fato
MitoAssinaram o Pacto com o próprio sangue, sobre um túmulo do cemitério.
FatoO sangue aparece numa nota do editor de Howie (1870), sem fonte de época; o túmulo é tradição. As pinturas de Allan (1838) e Hole (1903) são cenas imaginadas.
MitoOs pactuantes eram contra o rei.
FatoO Pacto jurava defender "a pessoa e a autoridade" do rei, "com os nossos bens e vidas".
MitoDezoito mil mortos.
FatoÉ o número da lápide restaurada, não uma estimativa de historiador. A inscrição de 1706 fala de "cerca de cem" executados em Edimburgo.
O que se ouve no episódio
A narração completa, com as falas dos personagens. As falas são palavras registradas, com a fonte na lista abaixo.
NarradorEdimburgo, dezembro de 1666. Na última noite, preso, um jovem pregador disse:
Hugh MackailSe houvesse alguma coisa no mundo a deixar com tristeza e contra a vontade, seria a leitura das Escrituras.
NarradorEm 1638, na igreja de Greyfriars, nobres, pastores e gente comum assinaram o Pacto Nacional. Juravam, pelo grande nome do Senhor nosso Deus, manter a fé reformada; e também defender o rei. Com Carlos II de volta ao trono, os bispos foram restaurados, e os pastores que recusaram perderam o púlpito. Hugh Mackail falou num sermão de um faraó no trono e teve de se esconder. Em 66, homens do sudoeste pegaram em armas. Mackail se juntou a eles; doente, deixou-os na véspera da batalha e foi preso. Torturado, foi condenado à forca. Diante da multidão, cantou parte do Salmo 31. Depois, disse:
Hugh MackailAdeus, pai e mãe, amigos e parentes; adeus, mundo e todos os prazeres; adeus, comida e bebida; adeus, sol, lua e estrelas. Bem-vindo, Deus e Pai; bem-vindo, doce Senhor Jesus, mediador da nova aliança; bem-vindo, bendito Espírito da graça e Deus de toda consolação; bem-vinda, glória; bem-vinda, vida eterna; bem-vinda, morte.
NarradorSegundo Wodrow, quase não havia rosto seco na rua. Houve sangue dos dois lados. Em 1679, pactuantes mataram o arcebispo Sharp diante da filha; segundo Wodrow, a maioria dos presbiterianos desaprovou. Só em Edimburgo, diz uma lápide de 1706, cerca de 100 foram executados. O último foi James Renwick, em 1688, ano em que o rei Jaime caiu.
Galeria
Naphtali foi escrito pelo partido de Mackail, meses depois da morte dele. O verso do Salmo 31 e a melodia FRENCH do vídeo são escolha nossa. Traduções literais nossas.
William Allan, A assinatura do Pacto Nacional em Greyfriars, 1838 (cena imaginada) · Domínio público (City of Edinburgh Council).
William Hole, A assinatura do Pacto Nacional, 1903 (cena imaginada) · Domínio público (City Art Centre, Edimburgo; autor † 1917).
Anthony van Dyck (atrib.), Alexander Henderson, c. 1641 · Domínio público.
The Psalms of David in Meeter, Edimburgo, Evan Tyler, 1650: a página do Salmo 31 (sig. C2; exemplar da Bodleian, via EEBO e Internet Archive) · Domínio público.
John Slezer, The North Prospect of the City of Edenburgh, c. 1690 · National Library of Scotland, sem restrições ("No restrictions", via Flickr).
Para salvar
O resumo do episódio em oito cartões. Deslize para o lado.







Fontes de cada afirmação
Afirmações e fontes
| Narração | Fonte |
|---|---|
| Edimburgo, dezembro de mil seiscentos e sessenta e seis. Na última noite, preso, um jovem pregador disse: Na tela: "Edimburgo · dezembro de 1666 · a última noite" | Naphtali, p. 279 (imagem): "The last night of his life, being Fryday Decemb. 21"; Howie, p. 360. "Jovem": licenciado "being 20 years old" no inverno de 1661 (Naphtali; Howie); "in the 26 Year of his age" (Naphtali, p. 286) |
| MACKAIL: "Se houvesse alguma coisa no mundo a deixar com tristeza e contra a vontade, seria a leitura das Escrituras." Na tela: "Hugh Mackail, segundo Naphtali, 1667 · tradução literal nossa" | Naphtali, p. 280 (imagem): "If there were any thing in the World sadly and unwillingly to be left, it were the reading of the Scriptures." Dita depois da ceia, depois de o pai dar graças e de ele ler o Salmo 16. Howie, p. 362 (mesma linhagem) |
| Em mil seiscentos e trinta e oito, na igreja de Greyfriars, nobres, pastores e gente comum assinaram o Pacto Nacional. Na tela: "Pacto Nacional · Edimburgo, a partir de 28 de fevereiro de 1638" | Howie, ed. 1870, p. 182 ("on the last day of February 1638"); Wikipédia (en), "National Covenant" ("first signed on 28 February 1638 at a meeting at Greyfriars Kirk"). Redigido por Alexander Henderson e Archibald Johnston. "Na igreja", não "sobre um túmulo" (tradição) |
| Juravam, pelo grande nome do Senhor nosso Deus, manter a fé reformada; e também defender o rei. Na tela: "by the great name of the Lord our God" e "…stand to the defence of… the King's Majesty, his person and authority…" · "texto do Pacto (1638) · tradução literal nossa" | Texto do Pacto, en.wikisource e reimpressão de 1680 (OCR): "…we promise and swear, by the GREAT NAME OF THE LORD OUR GOD, to continue in the profession and obedience of the foresaid religion…"; "…stand to the defence of our dread sovereign the King's Majesty, his person and authority…". "The true reformed religion" é expressão do próprio Pacto |
| Com Carlos Segundo de volta ao trono, os bispos foram restaurados, e os pastores que recusaram perderam o púlpito. Na tela: "1660 · Carlos II restaurado" e "1661–1662 · bispos restaurados; pastores destituídos" | Restauração (1660); Rescissory Act (1661); bispos restaurados (Conselho Privado, 6/9/1661); pastores de Edimburgo removidos em 8/9/1662 (Naphtali; Howie). O número de pastores destituídos (c. 270, Mackie et al., via Wikipédia) fica fora: uma fonte só |
| Hugh Mackail falou num sermão de um faraó no trono e teve de se esconder. Na tela: "Hugh Mackail (c. 1640–1666)", "Edimburgo, setembro de 1662", "um faraó no trono, um Hamã no Estado e um Judas na Igreja", "não fez aplicação", "segundo Naphtali, 1667" | Naphtali (OCR) e Howie, p. 354–355: o último sermão público, na Great Church (St Giles), sobre Cântico 1:7, no domingo antes de 8/9/1662: "…a Pharaoh upon the Throne, a Haman in the State, and a Judas in the Church"; "he did make no Application, yet he was reputed to be guilty thereof". Dias depois, soldados a cavalo vão prendê-lo; ele escapa e se esconde |
| Em sessenta e seis, homens do sudoeste pegaram em armas. Mackail se juntou a eles; doente, deixou-os na véspera da batalha e foi preso. Na tela: "Novembro de 1666 · levante armado (Pentland)" e "Rullion Green, 28 de novembro de 1666" | Howie, p. 355–357; Wodrow, vol. 2 ("turned sickly"); Naphtali, p. 265 ("on Tuesday Novemb. 27… near to the New Bridge upon Creamond-water") e p. 266 ("having only a small ordinary sword"; preso "without resistance"). Mackail se junta em 18/11/1666; Rullion Green em 28/11/1666. "Pegaram em armas": nem "rebelião" (o governo) nem "não foi rebelião" (Wodrow, Howie) |
| Torturado, foi condenado à forca. Na tela: "Torturado por ordem do Conselho, 4 de dezembro (segundo Wodrow)" | Wodrow, vol. 2, p. 62; Howie, p. 357; Naphtali (as "botas", com Neilson de Corsack). Julgamento e sentença em 18/12/1666 (Naphtali; Howie; Wodrow). A tortura é só dita, nunca mostrada |
| Diante da multidão, cantou parte do Salmo trinta e um. Depois, disse: Na tela: "Cruz de Edimburgo · 22 de dezembro de 1666" | Naphtali, p. 283 (imagem): "he sung a part of the 31 Psal. and then prayed with such power and fervency, as forced many to weep bitterly"; Wodrow, vol. 2, p. 62 ("hanged at the cross of Edinburgh, December 22d"); Howie, p. 363 |
| MACKAIL: "Adeus, pai e mãe, amigos e parentes; adeus, mundo e todos os prazeres; adeus, comida e bebida; adeus, sol, lua e estrelas. Bem-vindo, Deus e Pai; bem-vindo, doce Senhor Jesus, mediador da nova aliança; bem-vindo, bendito Espírito da graça e Deus de toda consolação; bem-vinda, glória; bem-vinda, vida eterna; bem-vinda, morte." | Naphtali, p. 286 (imagem): "Farewel Father and Mother, Friends and Relations; Farewel the World and all Delights, Farewell meat and drink, Farewel Sun, Moon and Stars; Welcome God and Father, Welcome sweet Lord Jesus, the Mediator of the new Covenant, Welcome blessed Spirit of Grace and God of all consolation, Welcome Glory, Welcome Eternal Life, Welcome Death." Wodrow, ed. 1828, vol. 2, nota do editor; Howie. "Covenant" = "aliança": a mesma palavra do Pacto |
| Segundo Wodrow, quase não havia rosto seco na rua. Na tela: "scarce was there a dry cheek in the whole street" · "Robert Wodrow, History of the Sufferings, 1721" | Wodrow, vol. 2, p. 58 (texto do próprio Wodrow): "…scarce was there a dry cheek in the whole street, or windows at the cross of Edinburgh." Uma fonte só: dito com "segundo Wodrow" |
| Houve sangue dos dois lados. Em mil seiscentos e setenta e nove, pactuantes mataram o arcebispo Sharp diante da filha. Na tela: "Magus Muir, 3 de maio de 1679" e "James Sharp, arcebispo de St Andrews" | Wodrow, vol. 3, p. 42–43 ("Saturday, May 3d, 1679"; a filha na carruagem); Howie ("Sharp was cut off at Magus Muir"); Wikipédia. Nem Sharp nem a filha aparecem: a estrada vazia escurece antes de qualquer gesto |
| Segundo Wodrow, a maioria dos presbiterianos desaprovou. Na tela: "Robert Wodrow, History of the Sufferings, 1722" | Wodrow, vol. 3, p. 41: "…by far the greater, and the most knowing part of presbyterians, yea, of sufferers, did disapprove of the action…". O resto da frase ("…and yet humbly adored the righteousness of the Lord's way with this ill man") não vai para a voz: nenhum adjetivo sobre Sharp |
| Só em Edimburgo, diz uma lápide de mil setecentos e seis, cerca de cem foram executados. Na tela: "Monumento dos Mártires, Greyfriars, 1706", "about an hundred", "executados em Edimburgo, 1661–1688" | Inscrição de 1706, em A Cloud of Witnesses, ed. 1871: "From May 27th, 1661, that the noble Marquis of Argyle suffered, to the 17th of February 1688, that Mr James Renwick suffered, were execute at Edinburgh, about an hundred of noblemen, gentlemen, ministers, and others… This tomb was erected anno 1706." O editor diz que conferiu o texto na pedra de 1706; o monumento atual é de 1771, relavrado em 1827, e a lápide restaurada também diz "about an hundred". O "dezoito mil" da lápide atual fica fora |
| O último foi James Renwick, em mil seiscentos e oitenta e oito, ano em que o rei Jaime caiu. Na tela: "James Renwick, † 17 de fevereiro de 1688 · o último nome da lápide", "Jaime VII (II da Inglaterra) foge, dezembro de 1688" e "Revolução: 1688–1690" | Inscrição de 1706 (Cloud, ed. 1871); Howie (nota do editor: "February 17, 1688"). "O último" é o último da lista da lápide, não o último morto da perseguição (não conferido). Jaime VII foge em dezembro de 1688; a Igreja da Escócia volta a ser presbiteriana em 1690 |
| O hino na tela: o Salmo 31:5 do saltério escocês de 1650, 4 linhas, com a tradução literal; melodia FRENCH | The Psalms of David in Meeter, Edimburgo, Evan Tyler, 1650, sig. C2 (imagem), conferido em Edimburgo, Gedeon Lithgow, 1651, p. 11 (imagem): "Into thine hands, I do commit / my sp'rit: for thou art he, / O thou Jehovah, God of truth, / that hast redeemed me." Melodia FRENCH (saltério escocês, 1615), lida nota a nota em Hart, Edimburgo, 1635 (e Livingston, 1864) e em Forbes, Aberdeen, 1666 (hinos/french.json; ritmo de Forbes; arranjo e harmonização nossos). Naphtali diz só "a part of the 31 Psal.": o verso e a melodia são escolha nossa, dita na tela |
| Fecho na tela: "Em tuas mãos encomendo meu espírito: redimiste-me, Jehovah, Deus da verdade." · "Salmo 31:6 (Almeida, 1819) · 31:5 nas edições modernas · as últimas palavras de Hugh Mackail" | A Biblia Sagrada, trad. Almeida (Londres, 1819), p. 554: "Em tuas maos encommendo meu espirito: redimiste me, Jehovah, Deus da verdade."; Nova York, 1848: "…redimiste-me, Jehovah, Deos da verdade."; grafia atualizada. As últimas palavras de Mackail, Naphtali, p. 286: "O Lord! into thy hands I commit my Spirit: for thou hast redeemed my Soul, Lord God of truth." |
| Legenda: a 1ª estrofe do Salmo 31 de 1650, "Em ti, ó Senhor, ponho a minha confiança; que eu nunca seja envergonhado; segundo a tua justiça, livra-me." | The Psalms of David in Meeter, 1650 e 1651 (imagem): "In thee, O Lord, I put my trust, / sham'd let me never be: / According to thy righteousnesse, / do thou deliver me." |
| Carrossel: o julgamento ("as últimas palavras do Pacto Nacional sempre tiveram grande peso no seu espírito"), a licença de 1661, a prisão "sem resistência" | Naphtali (OCR) e Howie, p. 358 (julgamento, 18/12/1666). Não se sabe a que "últimas palavras" ele se refere (o fecho de 1638 ou o adendo de 1639): vai com essa ressalva |
Leituras
- [J. Stewart e J. Stirling], Naphtali, or the Wrestlings of the Church of Scotland ([s.l.], 1667), "A true Relation of the Sufferings and Death of Mr Hew M'Kail"
- The Psalms of David in Meeter (Edimburgo, 1650 e 1651), Sl 31; The National Covenant (1638; reimpr. 1680) e en.wikisource
- R. Wodrow, The History of the Sufferings of the Church of Scotland (1721–22), ed. R. Burns (Glasgow, 1828–30), vols. 2 e 3
- J. Howie, The Scots Worthies (1775), ed. W. H. Carslaw (Edimburgo, 1870)
- A Cloud of Witnesses (1714), ed. J. H. Thomson (Edimburgo, 1871): a inscrição de 1706
- The Psalmes of David in prose and meeter (Edimburgo, 1635); J. Forbes, Psalm Tunes (Aberdeen, 1666); A Biblia Sagrada, trad. Almeida (Londres, 1819), Sl 31:6
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